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15 de Abril de 2009

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publicado por ana às 13:04
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O filólogo e filósofo Nietzsche costumava a dizer que toda língua possuía uma Sprachmelodie (um ritmo de fala único). Por isso, algumas línguas parecem mais adequadas do que outras para certos tipos de canto. Assim, o italiano é, por excelência, a língua do “bel canto”, o alemão o idioma oficial da opera épica, o português europeu a própria tessitura do fado, o português brasileiro o principal responsável pelo balanço do samba e o inglês (britânico ou americano) o próprio embalo da música pop.

Não importa se é Jazz, Blues, Soul ou Rock, o inglês se afina com a música pop de uma forma natural, quase como uma questão do destino, como mostram os Beatles, Ella Fitzgerald, David Bowie, Aretha Franklin, Bob Dylan e muitos outros.

 

Ampliando, invertendo e (quem sabe) pervertendo a ideia de Nietzsche, porque não dizer que a música possibilita a audição, a descoberta e o aprendizado da Sprachmelodie?. E, por que não levar essa ideia mais a diante e dizer que a audição de tais músicas possibilita a audição, a descoberta e o aprendizado da própria Sprach (do idioma em si).

Não é preciso ter lido Nietzsche (e perverter suas ideias) para chegar a tal conclusão. Professores de inglês por todo o mundo já sabem disso. A melhor forma de ensinar Present Perfect é com “Have you ever seen the rain?”; assim como a melhor forma de ensinar o futuro é com “I will survive”. Nos casos citados, não há gramática que realize tal tarefa de forma mais eficiente que o Creedence e ou a Glória Gaynor.

Contudo, as músicas não são o único recurso didático disponível e importante. Os filmes também o são. Porém, com eles não é preciso nem justificar com teorias. É um contato com a língua falada em estado puro, verdadeiro e ainda com letrinhas embaixo para que você aumente seu vocabulário. Aumento do vocabulário esse que é ainda mais eficiente se o filme tiver uma frase famosa (que vira quase um bordão) e se torna uma referência constante na cultura pop. É impossível se esquecer de frases (e consequentemente de seus sentidos) como: Why so serious?; We’ll Always have Paris e Frankly, my dear, I don't give a damn.

Francamente, querido, não importa se você ministra um Curso de Inglês em Goiânia ou frequenta Aulas de Inglês em Natal, se tais recursos forem bem utilizados, você e seus alunos se importarão. E muito.

 

 

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